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domingo, 18 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 218 - 21/10/2018

Ano XXXI - Samuel Bonette - www.samuelbonette.blogspot.com.br
Uma música, para combinar com o dia de hoje:

Oceano - Djavan
Assim que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão
Dava pra ver o tempo ruir
Cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim?

Enfim, de tudo o que há na Terra
Não há nada em lugar nenhum
Que vá crescer sem você chegar
Longe de ti tudo parou
Ninguém sabe o que eu sofri

Amar é um deserto e seus temores
Vida que vai na sela dessas dores
Não sabe voltar, me dá teu calor

Vem me fazer feliz porque eu te amo
Você deságua em mim, e eu, oceano
Me esqueço que amar é quase uma dor
Só sei viver se for por você!

Samuel Bonette

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 217 - 20/10/2018

Ano XXXI - Samuel Bonette - www.samuelbonette.blogspot.com.br
Sábado sempre é um bom dia, também, a exemplo da sexta. Se bem hoje trabalhei até o meio dia, o que deixa meu final de semana bem curto. Ainda assim, é um bom dia.

Ontem fiz mais uma edição do Bonette Show, com o Augusto.

Foi bem bacana, pois enquanto eu falava, ele ia fazendo charges sobre o assunto em questão. Continua tendo coisas para melhorar, óbvio, mas eu gostei de como me senti ao fazer. Ao total, deu uma hora e quinze de programa. É coisa para falar, hein?

O tema era Empatia x Hipocrisia e tratava das incoerências existentes nos discursos da esquerda, especialmente.

Estou gostando de fazer isto, espere que você goste também, no futuro.

E é isto, vamos descansar, né? Também é bom (até mesmo quando se tem que cortar a grama).

Samuel Bonette

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 216 - 19/10/2018

Ano XXXI - Samuel Bonette - www.samuelbonette.blogspot.com.br
O homem mais perigoso é aquele que não tem nada a perder.

Lembro-me de ter ouvido esta frase de um professor, na universidade e suponho que seja uma verdade.

Mas... qual homem não tem nada a perder?

Talvez o desesperado.

Samuel Bonette

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 215 - 18/10/2018

Ano XXXI - Samuel Bonette - www.samuelbonette.blogspot.com.br
Hoje vamos de música novamente.

Me dê motivo – Tim Maia
É, engraçado, às vezes a gente sente e fica pensando
Que está sendo amado, que está amando, e que
Encontrou tudo o que a vida poderia oferecer
E em cima disso a gente constrói os nossos sonhos
Os nossos castelos, e cria um mundo de encanto onde tudo é belo
Até que a mulher que a gente ama, vacila e põe tudo a perder
E põe tudo a perder

Me dê motivo pra ir embora
Estou vendo a hora de te perder
Me dê motivo, vai ser agora
Estou indo embora, o que fazer?
Estou indo embora, não faz sentido
Ficar contigo, melhor assim
E é nessa hora que o homem chora
A dor é forte demais pra mim

Já que você quis assim, tudo bem
Cada um pro seu lado, a vida é isso mesmo
Eu vou procurar e sei que vou encontrar
Alguém melhor que você, espero que seja feliz
No seu novo caminho, ficar contigo
Não faz sentido, melhor assim

Me dê motivo, foi jogo sujo
E agora eu fujo pra não sofrer
Fui teu amigo, te dei o mundo
Você foi fundo, quis me perder
Agora é tarde, não tem mais jeito
O teu defeito não tem perdão
Eu vou à luta, que a vida é curta
Não vale a pena sofrer em vão

Pode crer você pôs tudo a perder
Não podia me fazer o que fez
E por mais que você tente negar, me dê motivo
Pode crer eu vou sair por aí
E mostrar que posso ser bem feliz
Encontrar alguém que saiba me dar
Me dar motivo

Samuel Bonette

domingo, 11 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 214 - 17/10/2018

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Reproduzo hoje um poema de Vinícius de Moraes, que gosto muito:

Soneto da Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Samuel Bonette

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 213 - 16/10/2018

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Compartilho hoje uma música que conheci recentemente, do Bruno Camurati:

Lembra era a primeira vez que eu te via
No espelho a alegria de ter te encontrado era real
E batia no meu peito uma esperança
Meu canto tinha enfim um texto e um pretexto pra sair
Podia então sorrir, a paz estava lá
Não fazia mal, só queria o bem
Lembra quando eu jurei o meu amor com vontade de viver… lembra?

Lembra de quando eu te virei as costas
E zombei de tuas palavras
Hipocrisia era natural
É difícil desfazer-me da lembrança
Já não queria ser teu filho
Um brilho que eu mesmo apaguei
Deixei de te escutar, só ouvia a minha voz
Me fazia mal, parecia bom
Lembra quando eu pisei no teu amor com vontade de morrer… lembra?

Lembra dos pecados, da vergonha, e do medo de te olhar?
Lembra da solidão, do meu coração
Que ainda procurava em vão outra saída que não fosse o teu perdão?

Lembra daquele jovem dedicado, que depois se viu jogado
Hoje uma história sem final
Ele pede chance pra recomeçar a andar
Meu canto em branco pede texto e um pretexto pra voltar
Sangrando mas de pé, em busca dessa paz
Ontem fica o mal, hoje quero o bem
Apaga o que fui e me refaz com teu amor
Me criaste por amor… lembra?

No Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=h7rA1pBp8Z8

Samuel Bonette

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 212 - 15/10/2018

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Hoje eu estava refletindo sobre o quanto os avanços que a humanidade tem feito melhoram ou pioram nossa qualidade de vida.

O exemplo é bem simples, singelo e eficiente: a própria vida humana.

Hoje temos uma condição de vida invejável e bastante “fácil”.

Os nossos antepassados tinham vida muito sofrida: a própria gravidez trazia consigo alto risco de morte, dadas as condições de saúde e higiene; depois de nascidos, as pessoas sofriam muito durante todas as fases da sua vida, muitos tinham uma vida realmente desgraçada e a expectativa de vida, que foi aumentando ao longo do tempo, era de 30 a 40 anos.

Com o passar dos séculos, a ciência (biologia, química, medicina, física, matemática, engenharia, etc.) evoluíram e melhoraram tanto as condições físicas do organismo humano quanto as condições de vida como um todo, criando automatizações e facilidades nunca antes vistas.

Isto tudo aumentou a média de vida do ser humano mas, ao mesmo tempo, curiosamente, tirou valor da vida humana.

O número de assassinatos é cada vez maior, seja por guerras ou motivos fúteis.
Hoje temos métodos de impedir a vida humana acontecer, desde contraceptivos até abortos espontâneos.

Existem pessoas que fazem roleta russa com sua própria vida e a de outros, das mais variadas formas: drogadição, dirigir alcoolizado, sexo sem prevenção, esportes radicais (porque não?) e tantos outros.

Realmente, acho que a vida humana ganhou em tempo mas perdeu em valor. A gente só valoriza o que é raro e oneroso.

Vida fácil degenera.

Samuel Bonette

Ano XXXI - Dia 211 - 14/10/2018

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A primeira edição do Bonette Show foi boa, em minha opinião. Fiquei satisfeito com o resultado, embora ache que possa melhorar, óbvio.

Tem outra coisa também que está me intrigando nisto, que é algo que estou encarando como uma espécie de ataque espiritual. Conto a seguir:

Eu estava praticamente pronto para começar, mas a exemplo das outras vezes, estava um tanto nervoso. Talvez pela participação, inédita, do Augusto.

Preparei um esquema de iluminação, o que não teve das outras vezes. Fiz tudo com bastante antecedência.

Pois não é que a estante que sustentava a iluminação que eu havia preparado desabou? Achei aquilo muito estranho, pois já estava ali, com o mesmo peso, praticamente, há vários meses e nada havia acontecido. Como eu feito antecipadamente, deu tempo de arrumar.

Ainda assim, depois de iniciado o Bonette Show, o computador do Augusto deu pau, pela primeira vez, travou todo e ele não pode participar comigo.

Muito estranho, mas serviu de “alerta”.

Vou levar isto mais a sério e encarar como uma missão, preparando-me melhor para possíveis oposições.

Samuel Bonette

Ano XXXI - Dia 210 - 13/10/2018

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Amanhã vou fazer a primeira edição oficial do Bonette Show.

Nada mais é do que uma live, no Facebook e Youtube, em que eu vou expor um pouco da minha visão de mundo.

O assunto, no momento é, inevitavelmente, eleições.

Meu amigo Augusto Marques vai participar fazendo a facilitação gráfica do conteúdo.

Estou bastante empolgado, mas ainda não sei direito onde isto vai dar.

Que Deus nos ajude.

Samuel Bonette

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 209 - 12/10/2018

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Feriado.

Mas não para mim, que trabalhei. Ainda compensando os dias que fiquei em Porto Alegre quando da compra do carro e alguns feriadões que fiz no início do ano.

Então, não é dia lá para escrever muito, né? Me conceda esta folga no que restou do meu feriado, rsrsrsrs.

Samuel Bonette

Ano XXXI - Dia 208 - 11/10/2018

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Finalizando...

Felizmente, neste ano e nestas eleições, o Brasil começou a dar sinais de uma racionalização nesta relação.

Houve uma renovação de 50% no Congresso, foram eleitos vários candidatos do Partido Novo, um partido fundando recentemente neste país e com viés declaradamente liberal, tendo elegido inclusive um governador em MG.

O Brasil também não reelegeu vários políticos corruptos e tantos outros inúteis, incluindo Dilma Vana Roussef, ex-presidente impichada e que deveria ter perdido seus direitos políticos no referido processo, tendo sido salva pelo asqueroso ministro do STF, Ricardo Lewandowski.

Mas o povo tratou de dar o recado nas urnas: Fora PT.

Começo a vislumbrar a oportunidade de termos um país melhor.

Oremos.

Samuel Bonette

domingo, 4 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 207 - 10/10/2018

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Continuando o raciocínio de ontem...

Seria muito mais fácil que o Estado simplesmente dissesse: não tenho expertise nisto, então vou deixar você procurar pessoas que se interessem em cultura – ou até mesmo que você arrume um sócio – e eles vão investir em você e no seu produto, seja consumindo o seu produto, seja investindo seu capital.

O Estado não tem expertise em muitas das coisas do que se mete, prejudica a iniciativa privada e joga muito dinheiro fora, dada sua burocracia. Ele deveria se concentrar em fazer (e bem) três coisas: Segurança, Saúde e Educação.

Todas as demais, ele deve, pura e simplesmente, deixar as pessoas livres para se organizarem como bem entender.

Esta é a proposta do economista Paulo Guedes, ministro da Fazenda já anunciado por Jair Bolsonaro.

Moral da história: se eu tenho 100 reais e quiser consumir cultura, prefiro pagar a você diretamente do que dar para um político/Estado, que provavelmente vai roubar/burocratizar 90 reais e te dar só 10 reais, mentindo que está investindo em cultura.

Samuel Bonette

sábado, 3 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 206 - 09/10/2018

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Basicamente, em uma economia, as pessoas trocam coisas; antigamente havia o escambo e depois veio o dinheiro, que facilitou as coisas, mas não mudou o princípio.

Assim, ao invés de as pessoas tentarem fazer de tudo um pouco, para sua subsistência, elas trocam a sua força de trabalho por um salário e, com este salário, compram coisas: um carro que alguém fabricou, alimentos que alguém plantou e cuidou, roupas que alguém confeccionou e assim por diante.

A troca seria bastante simples - entre o produtor e o consumidor - se não fosse um terceiro ente, que ambos convidam para sentar à mesa: o Estado.

Ele cobra um percentual de todas as negociações que acontecem na vida de todos e oferece, em troca, alguns serviços que também não poderíamos prover sozinhos, a exemplo de todos os outros produtos e serviços que consumimos.

A grande questão é: quais serviços que queremos "consumir" e quais não queremos?

Atualmente não temos esta escolha, então pagamos impostos de tudo quanto é coisa, do que queremos e do que não queremos, sem opção de escolha.

Qual a solução? Dizer para o Estado quais os serviços que queremos e quanto que queremos pagar por eles.

Se você defende que o Estado invista em cultura, por exemplo, ele vai cobrar um percentual de todos, em todas as negociações, para fazer isto.

O problema é que este percentual nunca é investido de fato, ele sempre se perde na burocracia do Estado. Se ele arrecada 1 bilhão, investe apenas 1 milhão. Se você insistir para que ele invista 1 bilhão, ele vai dar um jeito de arrecadar 10 bilhões e investir o 1 bilhão, ao invés de diminuir sua burocracia.

Então, todos vamos pagar por este enorme contingente de dinheiro que vai pelo ralo.

Amanhã continuo.

Samuel Bonette

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 205 - 08/10/2018

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O Brasil tem uma tara por Estado grande, mesmo que ineficiente.

Não é à toa. Temos um passado e presente socialista, construído por anos a fio nos mais diversos setores da sociedade, que foi aparelhada da forma mais abjeta possível.

Este câncer, que corrói nossa sociedade, aparentemente foi recentemente diagnosticado e agora, mesmo que a passos lentos ou trôpegos, começa a ser medicado, via eleições, que elegeram câmaras mais à direita e possivelmente venham a eleger um presidente declaradamente de direita.

Nos próximos dias falarei um pouco sobre como o Estado interfere na vida das pessoas, no campo econômico (mais especificamente no mercado) e como isto é maléfico.

Samuel Bonette

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Ano XXXI - Dia 204 - 07/10/2018

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Hoje, graças a Deus, o dia foi bem mais tranquilo.

Acordamos cedo, fomos votar .

Depois, celebração na Igreja Batista de Mont Serrat.

Almoço de comemoração ao aniversário de sua avó materna e, lá pelas 16h, retornei sozinho a Torres.

Sua mãe ficará mais alguns dias em Porto Alegre.

Desafio à frente. Deus nos ajude.

Samuel Bonette

Ano XXXI - Dia 202 - 05/10/2018

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Hoje partimos para Porto Alegre, a fim de comemorar o aniversário de minha sogra, sua avó, que será na próxima segunda - com comemoração no domingo.

Como bônus, vamos votar no primeiro turno desta eleição que pode, pela primeira vez, eleger um presidente legitimamente de direita neste país, pelo menos assim auto-declarado.

Mas antes, vamos dar uma passada na casa da sua tia, Beatriz, hoje, em Cachoeirinha. Para ser mais preciso, iremos hoje até lá e lá dormiremos.

Amanhã o dia vai ser cheio.

Samuel Bonette

Ano XXXI - Dia 201 - 04/10/2018

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Em 04 de outubro de 2011 escrevi o seguinte:

“Enquanto olhava pela janela, distraidamente, seus dedos passeavam pelo vidro franzido, de um lado a outro. Ombros relaxados, as pernas próximas uma da outra, um certo estupor enquanto olhava o gato lá na sacada do vizinho aventurando-se pelo parapeito. Lá fora, além de seus pensamentos, vozerio e o som de música. Dentro de si a fria solidão estorricando-lhe a alma.
De repente, ao descobrir-se assim, procurou rapidamente recompor, buscando na cestinha um prendedor de roupas com que pudesse se ocupar. Tolas noites quentes de verão - pensou - enquanto estendia avidamente as peças que ainda restavam.”

Samuel Bonette