Sobre Amor, romance, poesia, tristeza, crônica, decepções, jogo de palavras, administração, alegria, música, raciocínio lógico, cultura organizacional, blog, abstração, objetividade, sentimento, música, arte, amor, expressão, blog, ideias, namorados, beijo, livros, epifania, textos, tatus bola, amor, pintura, teatro, futebol, amizade, blog, perdas, metas alcançadas, música, sucesso, fracasso, filmes, cinema, tênis, jeans, camiseta, música. Tudo junto e misturado. Vem comigo?
Linha Cabeçalho
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segunda-feira, 22 de julho de 2019
domingo, 23 de junho de 2019
Ano XXXI - Dia 285 - 26/12/2018
Para fecharmos nosso passeio em Porto Alegre,
tivemos um maravilhoso tempo com Augusto e Vanessa, na orla do Guaíba e depois
na Cidade Baixa. Como é bom passarmos tempo com quem amamos.
Para fechar todas, retornamos para casa e à noite
tivemos confraternização da célula, pelo ano de 2018.
Nada mau para uma quarta, ainda mais que amanhã vou
ter o meu primeiro dia de férias mesmo – e logo mais vem uma das minhas datas
preferidas no ano: o Revéillon.
#Bora que o clima é “up”!
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 284 - 25/12/2018
Para o dia de hoje, reproduzo meu discurso de Natal
de 2017:
Jesus nasceu lá em Belém / e no meu coração também.
Enquanto pensava como começaria meu discurso deste
ano, este versinho me vinha à mente com insistência. Eu nem lembrava que há
dois anos comecei meu discurso com este versinho e só descobri porque, ao
procurar o discurso de 2015, o encontrei lá. Pensei em não citá-lo novamente
mas, sabem? Não há problemas em repeti-lo, porque é “bonitinho” e também uma
verdade.
Alguns cristãos mais ortodoxos demonstram certa “má
vontade” com o Natal e apresentam principalmente dois motivos, para tanto:
1. Se
apegam à data, falando que esta não é exatamente o dia que Jesus nasceu, e que
só é comemorado neste dia por uma convenção católica; falam ainda que esta data
era tradicionalmente uma data de festividades pagãs que foi substituída “à
força” por uma data cristã; ou
2. Dizem
que o Natal não é tão importante porque é apenas o nascimento de Cristo e a
data que realmente importa é Páscoa, quando ocorreu a morte de Cristo e
consequente ressurreição e nossa redenção.
Mas sabem, meus amigos e irmãos, o que penso sobre
isto? Se a data não é exata – e até acredito nisto – pouco importa: é
necessário uma data para comemorar e esta foi a escolhida. Se ela foi posta em
uma data de festividades pagãs? Melhor ainda: remimos um dia de festa a Satanás
celebrando o nascimento de Cristo!
Sobre a data ser “menos importante” que a Páscoa,
discordo, porque seria injusto comparar as datas. Se a Páscoa é a celebração de
seu sacrifício para nossa redenção, o Natal é a celebração do melhor presente
que a Humanidade já recebeu: o início da vida de um Deus em forma humana.
E que vida, meus amigos, que vida! Ao mesmo tempo
que Ele era Deus encarnado, Ele era um mero mortal. Jesus não sonegou sua
humanidade e a Bíblia nos mostra com clareza o quão humano Jesus era.
Quando criança, foi criança: arteiro, saiu viajar
com os pais e se perdeu deles no meio da multidão; nem se preocupou se
precisava voltar para casa ou se seus pais quase morreriam de preocupação.
Já adulto, foi a uma festa de casamento. Ele tinha
amigos, sua família tinha amigos. E Ele estava lá, simples humano no meio de
todos os outros, festejando o casamento de amigos. E, ao demonstrar sua
natureza divina, nesta festa, o que Ele fez? Transformou água em vinho. Vinho
mesmo, não era suco de uva ou qualquer outra coisa semelhante, era vinho, a
bebida alcoólica. #ficaadica, dona Ivone.
Aliás, Ele
gostava de uma festa! Festa era com Ele mesmo! Era tanto que seus inimigos
chamavam a Ele e seus discípulos de beberrões e comilões. Os mais exaltados o
chamavam de endemoninhado, ao que Ele respondeu com certa ironia: “Como assim?
Se eu fosse endemoninhado, vocês acham mesmo que eu expulsaria demônios? Um
reino dividido não subsiste.”
Também percebo ironia e um pouquinho de provocação
na conversa dEle com a mulher samaritana: “Mulher, vá chamar teu marido”. “Mas
eu não tenho marido”. Claro que Jesus já sabia disto; e ainda continua, dando
um tapa de luvas: “Disseste bem, porque já tiveste 5 e o que tem agora nem
marido é.” Apesar de sua humanidade, a sua divindade prevaleceu, e através
deste diálogo que tiveram, inúmeras pessoas foram alcançadas, naquele dia e até
hoje, pelo seu amor.
Quando seu amigo Lázaro morreu, Jesus ficou muito
triste e chorou. Não foi pequeno o seu choro: a Bíblia para tudo o que está
fazendo para dedicar um versículo exclusivo para registrar este fato, em João
11:35.
Ele também precisou de um tempo para ficar sozinho,
isolado do mundo. Não queria ninguém à sua volta. Tudo bem que ele usou este
momento para se conectar com seu Pai, mas não tinha ninguém na volta para
“encher o saco”. Quando este momento passou, o que Ele fez? Saiu correndo atrás
de seus amigos, e a vontade de estar logo com eles era tanta que até sobre as
águas Ele andou, a fim de alcançá-los.
Em diversas oportunidades, teve compaixão de outros
seres humanos; compaixão, aquela mistura de dó, pena, piedade, empatia e amor
pelo outro. Em um destes episódios, iniciou a tradição de crente gostar de
comer bastante, quando encheu a pança de cinco mil homens mais mulheres e
crianças – e ainda sobrou 12 cestos de comida.
Quando chegou a sua hora, teve angústia, tristeza e
acho que até um pouco de medo. A tensão era tanta que até discutiu com seus
amigos, porque eles dormiam ao invés de orar com e por Ele.
Mas, voltando um pouco, que vida Ele teve, meus
amigos, que vida! Tem como não celebrar este nascimento? Quando Ele nasceu,
teve festa no céu, teve coral de anjos, teve uma estrela exclusiva para Ele,
teve boi, teve vaca, teve jumento, teve pastores, teve manjedoura, teve reis
magos, teve ouro, teve incenso, teve mirra, teve de tudo de um pouco.
E o que nós podemos aprender com a vida dEle? Inúmeras
coisas! Algumas delas que me ocorrem agora: que, a exemplo desta vida de
Cristo, também temos esta dubiedade e completude de vida dentro de nós: somos
totalmente humanos, mas temos Cristo morando em nós, alterando alguns cantos
obscuros da alma, comportamentos, nos dando alegria, nos ensinando a gostar de
uma festa, a tomar um vinho de vez em quando, a sentir alegrias e tristezas,
valorizar os amigos, às vezes fazer umas zoeiras, não sonegar nossa humanidade
e também não nos deixar ser dominados e consumidos por ela, enfim, tendo vida
em abundância, como Ele prometeu que teríamos.
Acima de tudo, com a certeza de que, haja o que
houver, do jeito que somos, do jeito que Ele nos fez, Ele nos ama. Ele te ama.
Só há vida dentro desta verdade. Jesus nasceu lá em Belém, e no meu coração
também. Glórias a Deus por isto. Um Feliz Natal!
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 283 - 24/12/2018
Ainda em Porto Alegre, hoje passamos o dia na casa
da minha sogra, sua avó, Sônia. Nada de anormal, apenas os preparativos para a
ceia de Natal, logo mais.
Lembre que hoje é a data de aniversário de dois
grandes amigos meus: Jonas e Eliézer, este último já falecido, infelizmente.
Lembro-me de fazer a ligação para ambos nesta data, em anos anteriores. Com um
pouco de tristeza relembro que não mais poderei ouvir a voz do Eliézer falar
alguma piada besta, tal como “italianinho” (que por vezes me chamava).
Mas enfim, vida que segue.
Samuel Bonette
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Ano XXXI - Dia 282 - 23/12/2018
Hoje rumamos a Porto Alegre.
Chegamos lá no final da manhã e nos dirigimos
diretamente à casa de nossos amigos, Danny e Sara; largamos o carro lá e
partimos para Cachoeirinha, almoçar na casa dos amigos Márcio e Miriam.
Já fomos recebidos com um churrasco maravilhoso e
ali passamos boa parte da tarde, sendo que, ao final da mesma, fomos a um
parque, em Canoas, jogar vôlei e também para que os filhos deles se divertissem
um pouco.
Já era noite quando retornamos a Porto Alegre, na casa
do Danny, para jantarmos e dormirmos.
Dia agradabilíssimo, excelentes companhias,
começando as férias em alto estilo.
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 281 - 22/12/2018
Como são fracos os homens de hoje em dia.
Há uma história atribuída a um sheikh árabe, que diz o seguinte: “Meu avô andava a camelo, meu pai andava a camelo, eu ando de Mercedes, meu filho anda de Land Rover, e meu neto vai andar de Land Rover, mas meu bisneto vai andar a camelo…”.
Faz coro ao provérbio “Tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam homens fracos, homens fracos criam tempos difíceis.”.
Os homens dos dias de hoje sabem muito sobre cerveja, sobre videogames, sobre séries de TV e filmes baseados em quadrinhos. Pouco sabem, porém, sobre armas, cavalos, marcenaria, plantas e mecânica.
Nada contra os primeiros saberes, apenas entendo que eles devem ter um papel secundário e, principalmente, não podem ser as únicas coisas que os homens sabem. A vida não se baseia e não se sustenta com aquilo.
Valores como honra, lealdade, abnegação, coragem, liderança espiritual, caráter, respeito passam meio que ao largo da vida dos homens.
Precisamos repensar nossas vidas.
Samuel Bonette
Há uma história atribuída a um sheikh árabe, que diz o seguinte: “Meu avô andava a camelo, meu pai andava a camelo, eu ando de Mercedes, meu filho anda de Land Rover, e meu neto vai andar de Land Rover, mas meu bisneto vai andar a camelo…”.
Faz coro ao provérbio “Tempos difíceis criam homens fortes, homens fortes criam tempos fáceis. Tempos fáceis criam homens fracos, homens fracos criam tempos difíceis.”.
Os homens dos dias de hoje sabem muito sobre cerveja, sobre videogames, sobre séries de TV e filmes baseados em quadrinhos. Pouco sabem, porém, sobre armas, cavalos, marcenaria, plantas e mecânica.
Nada contra os primeiros saberes, apenas entendo que eles devem ter um papel secundário e, principalmente, não podem ser as únicas coisas que os homens sabem. A vida não se baseia e não se sustenta com aquilo.
Valores como honra, lealdade, abnegação, coragem, liderança espiritual, caráter, respeito passam meio que ao largo da vida dos homens.
Precisamos repensar nossas vidas.
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 280 - 21/12/2018
Último dia de trabalho, graças a Deus!
Sério, trabalhar é uma benção, mas descansar também
é. E eu estava precisando de um descanso, depois dos últimos dois meses.
Neste ano, pela primeira vez, “institucionalizei” a
prática de tomar energético, dada a intensidade da rotina, o volume de trabalho
necessário e a velocidade necessária para fazermos tudo.
Comprei alguns energéticos e tomava um pouco no café
da manhã e outro pouco no almoço. Deu resultado.
Agora, vou tomar um descansético.
Espero que também dê resultados.
Samuel Bonette
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Ano XXXI - Dia 279 - 20/12/2018
Nos últimos dois dias fiz postagens com fotos.
Hoje em dia é muito fácil tirar fotos (e quando você
estiver lendo, possivelmente estará ainda mais fácil), mas nem sempre foi
assim.
Houve uma época em que só existiam câmeras
analógicas e era necessário ter filmes e revelá-los, o que tornava custoso,
demorado – e até meio chato – o processo de tirar fotos. Imagino que, por esta
razão, principalmente, eu não tenho muitas fotos de minha infância e
adolescência.
Não raras vezes, na hora de revelar as fotos, descobria-se
que houve algo de errado e todas as fotos foram perdidas, pois o filme queimou;
inclusive, daí nasceu a expressão “queimou meu filme” (que quer dizer que a
pessoa havia estragado a sua imagem).
Hoje em dia é muito fácil. A imensa maioria das
câmeras é digital e estão nos smartphones
das pessoas, indo a todo lado, acompanhando-as. Qualquer coisa é motivo para
foto e fatos relevantes são filmados por transeuntes ou presentes no local, em
praticamente 100% dos casos. Com a facilidade, porém, a fotografia se banalizou
ou, no mínimo, perdeu um pouco do seu charme e valor.
Uma das boas lembranças de infância é ver os álbuns
de fotos antigas, tentando reconhecer os rostos nelas contidas, seja de pessoas
“desconhecidas” ou mesmo de pessoas conhecidas quando crianças/jovens.
De qualquer forma, em ambos os formatos, uma
fotografia é um importante registro do momento, algo que não deve ser
modificado, sob pena de perder seu verdadeiro significado e função.
Que venham mais e mais fotos.
Samuel Bonette
domingo, 12 de maio de 2019
Ano XXXI - Dia 278 - 19/12/2018
Com o tempo livre a gente faz coisas bem criativas, não?
Peguei umas madeiras e fiz este banco baú para
guardar as coisas da Loretta e também sentar, ali perto da churrasqueira.
Falta fazer uma parte do assento mais decente, é
verdade, mas o pior já foi feito. Isto também demonstra que não estou com tanto
tempo livre, também.
Aliás, há uma interessante relação sobre
criatividade e tempo livre que eu não sei exatamente qual é, mas é fato que,
com tempo livre, você consegue fazer coisas mais criativas, mas enquanto você
se envolve fazendo-as, você “gasta” um pouco de sua criatividade.
Assim como eu, hoje, fazendo este banco baú e
escrevendo este texto para você.
Desejo a você muito descanso e muita criatividade,
cada qual a seu tempo.
Samuel Bonette
sexta-feira, 26 de abril de 2019
Ano XXXI - Dia 277 - 18/12/2018
A imagem bem abaixo tem como fundo um belo
cenário, o Oceano Atlântico, a saber, mas tem sua visibilidade afetada pelo que
está em primeiro plano – uma espécie de grade feita de madeira bruta – o que me
faz refletir sobre perspectiva.
O que devo valorizar? O que é aparente
e está bem visível ou o que aparece apenas entre meio a outras coisas?
Existe um ditado que diz que “aquele
que perde o telhado ganha as estrelas” e outro que diz que “o pessimista vê o
copo meio vazio enquanto o otimista vê o copo meio cheio”.
Em algumas situações é muito difícil sabermos
o quê valorizar e o quê desprezar; como é difícil fazer isto quando as coisas
apresentam tantos pontos bons quanto ruins.
“Ruim com ele, pior sem ele”, diz
outro ditado.
Saber “separar o joio do trigo” é
fundamental na vida, cuidar para “jogar fora a água suja mas manter o neném na
banheira”.
É, hoje estou cheio dos ditados, mas
está difícil chegar a conclusões.
terça-feira, 23 de abril de 2019
segunda-feira, 22 de abril de 2019
segunda-feira, 15 de abril de 2019
Ano XXXI - Dia 272 - 15/12/2018
Ontem foi o último de trabalho antes da entrega do
prédio Monet, que estamos pintando.
Praticamente também foi o último dia de trabalho,
pois a obra está praticamente completa. Faltam alguns detalhes aqui e ali, mas
o “grosso” da coisa está ok.
Amanhã haverá uma cerimônia de entrega dos
apartamentos para os proprietários e depois vamos fazer o que falta.
Deu trabalho, mas conseguimos vencer sem ter que
contratar funcionários extra.
Bola para frente.
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 271 - 14/12/2018
Hoje foi o dia do último futebol do ano de 2018.
Eu sei que o ano ainda não acabou, portanto eu ainda
terei alguns dias em que poderia jogar futebol, mas já afirmo que, com certeza,
não terei nem convites nem disponibilidade para isto.
Como dizem, “certo na vida é só a morte”, mas já
estou predizendo isto sem medo de errar.
Quanto ao jogo, ele foi bom como é na maioria das
vezes. Meus 31 anos de idade já pesam e, por mais difícil que seja de aceitar e
entender, é assim que é.
Está chegando a fase de mudar de time e passar a
jogar com os coroas.
Samuel Bonette
sábado, 13 de abril de 2019
Ano XXXI - Dia 270 - 13/12/2018
Venham a mim, vocês que estão cansados (...)
Da pressão
Do sucesso
Do insucesso
De deitar sua cabeça na cama, a noite, e não
conseguir dormir
Das dúvidas
Do dia a dia
Da falta de amor
De não se sentirem amados
De se sentir deprimidos
De ter dúvidas quanto ao futuro
De culpas
De medos
De não saber o que está fazendo
De estar preso ao passado
De ter a sensação de estar vivendo uma mentira
De procurar e não encontrar
De achar que está tudo errado
De não achar um sentido em sua vida
(...)e Eu aliviarei vocês.
Jesus não estava prometendo a solução dos problemas,
estava dizendo que nos aliviaria dos mesmos. Ao colocarmos em perspectiva e
depositarmos nEle a nossa esperança, todo o resto fica pequeno, até mesmo as
dificuldades da vida ou o sucesso na vida. Você quer alívio, refúgio, proteção,
amor? Jesus é.
Samuel Bonette
Ano XXXI - Dia 269 - 12/12/2018
Uma vez, enquanto eu trabalhava em uma empresa,
precisei fazer uma demissão por justa causa de uma pessoa, uma mulher.
Ela tinha faltado muito, estava ciente de que todas
aquelas faltas gerariam consequências mas mesmo assim optou por isto, segundo
ela, por questões de saúde, uma vez que tinha corrimentos de sangue contínuo.
Ela já estava beirando os cinquenta anos de idade e,
enquanto conversávamos, ela disse algo como “hoje eu sou uma pessoa sozinha, eu
era casada e fui naquela onda de ser uma mulher empoderada, independente e agora
estou sozinha e sem ninguém para cuidar de mim”.
Aquele triste retrato me marcou e então eu escrevi o
poema que segue abaixo.
Tragédia induzida
Eu posso ouvir como se fosse hoje
Eu estava no auge de minha força e juventude
E eles sussurravam para mim, das sombras
Eles me diziam para fazer isto
Eu não via seus rostos, mas podia sentir seu
incentivo e aprovação
Agora estou velha e já sem forças
Meu corpo se esvai aos poucos, dia a dia
O que eu tinha, eles disseram para eu jogar para
cima
E agora eles não estão aqui para me carregar em seus
braços
Me levar até o quintal e cantar canções durante
minhas dores
Acreditei neles cedo demais
E sei que eles estão a sussurrar nos ouvidos de
outros desavisados
Samuel Bonette
terça-feira, 9 de abril de 2019
Ano XXXI - Dia 267 - 10/12/2018
Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração
e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os
seus corações e as suas mentes em Cristo Jesus. Filipenses 4:6,7.
Sabe, nos dias atuais estamos muito suscetíveis a ficar ansiosos.
São muitas informações e pressões que nos levam a projetar os próximos dias,
meses, anos e até mesmo a vida toda. Ex.: nos preocupamos em estudar para garantir um bom emprego, com o qual conseguiremos sustentar a família sem passar por apertos e, ao longo do tempo, acumular riquezas para garantir uma boa condição de vida e bom estudo aos filhos, o que garantirá o futuro dos netos. Soma-se a isto um alto grau de instabilidade e muitas possibilidades de mudanças que somos obrigados a prever (até algumas que ainda nem começaram), e pronto, está concretizado o mal do século: ansiedade .
Há uma forma de fugir disto, e isto parte de estabelecer sua confiança e refúgio em Deus. Talvez isto possa soar como
negligência ou despreocupação, mas há uma “fórmula” bem definida para viver
isto. Vejamos:
“Não andem ansiosos por coisa alguma”: seja em coisas triviais (condições climáticas, um aniversário surpresa, cardápio do almoço, etc.) ou em coisas importantes (mudança de emprego ou cidade, pedido de casamento, etc.), não devemos permitir ser
arrastados para este abismo que é a ansiedade; pelo contrário, devemos tomar ações deliberadas que nos levam para longe deste caminho, em direção oposta;
“mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças,”: a expressão "mas” indica justamente qual é esta direção oposta, ou seja, em tudo o que fizermos, vamos ir para longe da ansiedade através de oração e súplicas (pedindo a Deus, com muita ênfase) e contemporaneamente, com ação de graças (sabendo do que Ele já fez e do que pode fazer);
“apresentem seus pedidos a Deus.”: devemos apresentar a demanda para quem pode, de fato, resolver, não é mesmo? Isto não quer dizer que você não pode falar com alguém a respeito do que está acontecendo ou necessidade que você tem, mas sim que você deve apresentar seus pedidos a Deus (de preferência, dê preferência a Ele), porque às vezes não hesitamos em comentar com amigos/familiares sobre as situações, mas não levamos aquilo em oração. Deus pode responder/atender a seu pedido como bem entender, inclusive através de alguma outra pessoa, mas sempre será Ele o provedor, não se esqueça;
“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento,”: é maravilhoso ter a certeza que temos a paz que vem de Deus; talvez a dúvida mais imediata é: como saber se vem de Deus? Um dos indicativos é este: que não se pode entender, racionalmente, o porquê da paz; isto não significa ausência de conflitos, disputas e eventualmente algum temor, mas sim que, ao longo das horas, dos dias e dos meses, se tenha paz apesar de todos os males - desafiando assim a compreensão da razão;
“guardará os seus corações”: indica a sanidade das emoções e sentimentos; em Provérbios a Bíblia diz que do coração depende toda nossa vida e em Jeremias diz que ele é mais enganoso do que qualquer outra coisa; porém a paz de Deus guarda nosso coração de agir por conta própria, tomando decisões erradas e trilhando caminhos tortuosos, causando dor e sofrimento;
“e as suas mentes”: indica a sanidade da mente; sem remédio tarja preta, sem insônia, sem preocupações desnecessárias com o futuro, sem comportamentos destrutivos, sem comunicação com segundas intenções, sem presunções, sem julgamentos e outras insanidades que a ansiedade causa;
“em Cristo Jesus”: ligado direto no real provedor de tudo isto, quem inventou e possibilitou nossa fé, através da qual podemos viver a experiência real de vivermos livres de toda e qualquer ansiedade.
Samuel Bonette
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